23/06/2019

º Hoje é dia... º






"Capelinha de melão
é de São João.

É de cravo,
é de rosa,
é de manjericão.

São João está dormindo,
não me ouve não.
Acordai, acordai,
acordai, João."





Lembrar nossa infância, recordar as festas de antigamente, nos colégios, quermesses é legal e ajuda a colorir nossa vida.

E hoje, meu pai, que no nome tinha JOÃO, não vai poder comprar seus infalíveis pasteizinhos e comes e bebes para seu niver festejar. Faria 95 anos!
Lá no Alto está certamente a nos olhar!


Boa noite de São João para todos!
chica




10/06/2019

º A origem das superbactérias º




Nas últimas décadas, se observou o surgimento de novas bactérias com resistência deveras maior que as habituais aos medicamentos que utilizamos para tratar doenças que envolvem tais organismos.

Há também uma maior demora na criação de novos antibióticos: nos últimos trinta anos, por exemplo, não houve progresso significativo no desenvolvimento desses remédios, devido justamente às grandes dificuldades em contar os novos resistentes micróbios.

E isso ocorre graças à automedicação.  O tratamento de u8ma doença, quando não acompanhado d um profissional de saúde adequado, pode falhar em eliminar todos os micro-organismos invasores, filtrando, assim, aqueles que oferecem maior resistência ao remédio.

Posteriormente, os sobreviventes haverão de se reproduzir, gerando novas gerações e bactérias resistentes, as quais no futuro poderão representar grandes problemas.

Uma estimativa da Review on Antimicrobial Resistance mostra que em 20150, haverá  10 milhões de mortes anuais ao redor do globo, atribuídas à perda de efetividade por parte dos antibióticos.
O dado revela os danos que as superbactérias podem ocasionar, assim como o quão importante é tomar atitudes para reverter esse quadro..

Diante disso, é evidente que a automedicação representa um grande problema de saúde pública responsável pela criação de micróbios extremamente resistentes que poderão nos atormentar nas próximas décadas.

É dever moral de cada indivíduo evitar tais práticas de se medicar sem acompanhamento, pois isso gera conflitos que abrangem a todos.  E é dever do Estado exigir, através de projetos de lei do Poder Legislativo, a receita médica para a compra de  antibióticos, com o intuito de retardar a criação de bactérias ainda mais poderosas.


NENO

22/05/2019

º Questionamentos º



Sempre que voltamos das férias, após dias na praia, vivendo e vendo coisas lindas, curtindo bastante até que chega a hora de voltar...

Olhando ao redor vemos os moradores fixos da praia, os que ficam aqui o ano todo.

Vemos os pescadores com suas peles enrugadas, sem nelas ter um único dia, passado um filtro solar... Vemos idosos que optaram por aqui viver...

Não posso deixar de pensar nas diferenças de vida...

Me questiono se vale a pena viver na cidade dita com TODOS os recursos em vários sentidos ou abrir mão deles, que por vezes tanto atrapalham.

Os pescadores e moradores antigos daqui, vivem tranquilinhos, tenho certeza, nunca fizeram um teste de PSA, as mulheres nunca fizeram consultas, mamografias e no entanto: vivem.

E vivem bem, tranquilinhas, sem NADA SABER.

Se doentes, não parecem ser...

Se doentes e não sabem, mais felizes e menos preocupados.

Estarei maluca?

Acho que , certas coisas, seria melhor , muiiiiiiiito melhor não saber do que ficar vivendo parênteses de vida... Nesses, férias e alegrias e depois a volta à rotina, às preocupações, aos exames, tudo mais.

Não sei não, mas saio de lá  convencida que uma vida simples, sem problemas, ajuda em muito e viver bem enquanto dá, muito melhor do que viver muiiiiiiiiiiiiiiitos anos e por exemplo como a Oma, minha mãe, há anos sem caminhar , dependendo de tudo dos outros...E ainda bem, tem condições de ter ajuda, pois a maioria fica jogada à própria sorte!


De que adianta?


08/05/2019

º Os vazios preenchidos! º




Trouxe desse lindo blog e as palavras:

"Um vazio cheio de tanto"...

Li o post por lá, olhei e admirei as fotos todas ,mas me detive nessa acima...
Tão linda a foto e tão maravilhosas as palavras!

Fiquei pensando:  Quantas vezes na vida assim estamos?

Parecendo num vazio, num breu e ainda assim, nosso vazio é habitado por tantas coisas, tanta gente que precisa de nós e espera por nós...

A vida é assim, feita de cheios e vazios... Isso é normal...

O  importante é nunca deixar que até os vazios fiquem ocos ou desabitados...

Precisamos de ocupações...

A mente pode ficar relaxada, aprender a isso fazer. Mas sempre bem povoada!!!

 Pensemos nisso!

bjs, chica